segunda-feira, 21 de abril de 2008

Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito.
" Estou atrás do que fica atrás do pensamento. Inútil querer me classificar: eu simplesmente escapulo. Gênero não me pega mais. Além do mais, a vida é curta demais para eu ler todo o grosso dicionário a fim de por acaso descobrir a palavra salvadora. Entender é sempre limitado. As coisas não precisam mais fazer sentido. Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada. Porque no fundo a gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro." Clarice
Estou achando meu blog muito infantil . AFF.
Eu SOU infantil! ¬¬'
É porque sempre tento chegar pelo meu modo. É porque ainda não sei ceder. É porque no fundo eu quero amar o que eu amaria - e não o que é. É porque ainda não sou eu mesma, e então o castigo é amar um mundo que não é ele. É também porque eu me ofendo à toa. É porque talvez eu precise que me digam com brutalidade, pois sou muito teimosa." Lispector
Escrevendo sem rascunho. Sempre escrevo antes e posto depois. Não que isso faça uma grande diferença pra quem lê. Alias, diferença alguma, mas queria começar falando isso. Não há motivos... [ . . . ] Recebi um email bonito hoje. Gosto de receber email's exclusivos, diretos. Amo. É necessário ouvir de quem se ama, o quanto é amado, faz bem .. muito bem ... Por estes dias escrevi algumas cartas pra lembrar disso [maniaaaaaa] [PARADA DE 5 HORAS .. fui pra baladaNN ... fiii .. MENTIRA .. rs ... Saí pra festa do interioRR, ExpoOO =D ] Continuando, se é que lembro aquele monte de coisa que tinha pensado em digitar! . Não, lembrar não vou, mas achei este texto aqui: "Estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi - na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro". Paixão Segundo G.H. [ . . . ] Pensando .... Hoje, que é a minha ante-folga não estou com sono. Como pode!? Todos os dias, neste mesmo horário, fico caindo da cadeira, toda torta, digitando devagar por saber que as 5h da manhã terei que levantar, e hoje? cadê o sono!? Totalmente psicológico este tipo de coisa. O ser humano é louco. FATO. Hoje, que poderia dormir mais, estou aqui, no mesmo horário de sempre, digitando sem sono algum. GRRRRR. [ . . . ] Quero falar de muitas coisas, mas não sei se consigo, um assunto puxa outro e sempre esqueço do que realmente is dizer e apenas enrolo. Ah! Emails também não trazem noticias boas apenas, acabei de ler o meu resultado da prova faculdade . DO -RO - GANNNN. Fui mal pra cassete, nem quero pensar. SODANN. [ . . . ] Mesmo tendo muito trabalho pra fazer, coisas pra estudar, quarto pra arrumar e pessoas pra conversar, fiz outra escolha, a errada claro! Fiquei neste computador o dia todo, esperando mensagens, atualizando orkut [ não largo disso MEELDEELS] ansiosa por telefonemas, estas coisas que uma menina da minha idade deveria estar ciente que não leva a lugar algum, mas enfim, meu dia não rendeu. [ . . . ] Reparei que trouxe o meu vicio de emotion até por blog, rs, se bem que meu blog não é lá aquelas coisas, preciso aprender me expressar melhor, mas enfim, nem tem muita gente que lê, e quem lê deve entender ...rs [ . . . ] Ah! Como ia dizendo, passei a tarde no computador e acabei vendo uns vídeos interessantes, dentre ele O Pequeno Principe. CARAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, amo este livro! Lembro da primeira vez que o 'ouvi' [sim, tenho audio-books, é mais facil! rs] me apaixonei e trouxe tanta mensagem boa, que só relendo pra saber. Releio sempre, re-ouço sempre. Me veio a mente o episódio da Raposa. Tudo tão perfeito, e simples, e real. Hmmmmm, preciso ver novamente pra gravar. Aconselho: LEIA E RELEIA. [ . . . ] caraestetextoestamecansando! Vou pra cama, amanhã continuo ...mas claro, deixando mais CL > [LONGO, mas LEIA. ] Olhe para todos ao seu redor e veja o que temos feito de nós e a isso considerado vitória nossa de cada dia. Não temos amado, acima de todas as coisas. Não temos aceito o que não se entende porque não queremos passar por tolos. Temos amontoado coisas e seguranças por não nos termos um ao outro. Não temos nenhuma alegria que não tenha sido catalogada. Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas. Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos. Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo. Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda. Temos procurado nos salvar mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes. Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer a sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios. Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar a nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa. Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada. Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado uma gaffe. Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses. Não temos sido puros e ingênuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer «pelo menos não fui tolo» e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz. Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos. Temos chamado de fraqueza a nossa candura. Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo. E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia. Boa Noite! \o/Meus pés sempre adormecem antes de mim. Humpf!

sábado, 19 de abril de 2008

Eu venho de uma longa saudade. Eu, a quem elogiam e adoram. Mas ninguém quer nada comigo. Meu fôlego de sete gatos amedronta os que poderiam vir. Com exceção de uns poucos, todos têm medo de mim como se eu mordesse. CL
[ Bia e Duda, no Acamp's ] ... precisava postar esta foto LINDAAA .... "Parem de falar mal da rotina! Parem com esta sina anunciada de que tudo vai mal porque se repete! Mentira! Bi-mentira! Não vai mal porque repete. Parece, mas não repete. Não pode repetir. É impossível! O ser é outro, o dia é outro, a hora é outra e ninguém é tão exato, nem um filme. Pensando firme, nunca ouvi ninguém falar mal de determinadas rotinas: Chuvinha, dia azul, crepúsculo, primavera, lua cheia, céu estrelado, barulho do mar... O que é que é? Parem de falar mal da rotina! "
NhaIIIIImMmm Estou feliz hoje. Não fiz nada de diferente ainda, sairei apenas de noite [ Show!! \o/] mas acabei de receber de uma mensagem de força. De alguem que nunca me viu, nunca me ouviu, mas que acredita em mim, e isso é tão valido, tão louvável. De um caráter extremo. ME deixou bem. [...] É isso mesmo Aline, não desanime, lembre-se da palavra de Jesus "No mundo tereis aflições, tende bom ânimo, EU venci o mundo!" Nós não precisamos mais nos afligir, a nossa vitória já foi conquistada na Cruz do Calvário. Jesus já se sacrificou por nós. Agora, o que nos cabe fazer é colocarmos a nossa vida diante do Seu altar, não é mesmo? E seguirmos em frente com coragem, agindo com responsabilidade, sermos exemplos neste mundo. Abraços. Thelmy [...] E não pense você que é uma dessas mensagens prontas, a ante-conversa disso também foi linda! Ai ai [suspiros] ... e há quem acredita em milagres ...
[ Muito pra mim é tão pouco! ]

sexta-feira, 18 de abril de 2008

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Ahhhh! Dia meio chato hoje. Porque resolvo sempre escrever em dias chatos!? Sempre que meus dias são bons eu acabo tendo MIL coisas pra contar e prefiro ficar fazendo outras coisas MENOS tentar registrar o que realmente foi bom. Feio isso. Registrar o que é bom deve ser mais significante. ENFIM. Comecei este enorme texto não era nem noite ainda, mas resolvi entrar no msn [sabe né dois dias sem net pode matar! Rs] e encontrei tanta gente LINDA que consegui aliviar e nem preciso mais escrever. Ainda bem que conversar faz bem! ;) E como sempre li CL hoje e eis umas frases para o dia:

"Perco a identidade do mundo em mim e existo sem garantias. Realizo o realizável mas o irrealizável eu vivo e o significado de mim e do mundo e de ti não é evidente. É fantástico, e lido comigo nesses momentos com imensa delicadeza."

"Aceitar-me plenamente? É uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: meu coração está espantado. É por isso que toda minha palavra tem um coração onde circula sangue."

"Estou com saudade de mim. Ando um pouco recolhida, escrevo depressa, vivo depressa. Onde está eu?Preciso fazer um retiro espiritual e encontrar-me enfim, mas que medo - de mim mesma."

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Nossa, hoje estava ouvindo Elis Regina e Flavio Venturini [separadamente, claro!] e me deu vontade de escrever. Preciso ir comprar remedios, retornando, coloco minhas palavras em dia! [ e porque preciso escrever isso?! interessa pra quem?! ¬¬']

quinta-feira, 3 de abril de 2008

" Olhar-se ao espelho e dizer-se deslumbrada: Como sou misteriosa. Sou tão delicada e forte. E a curva dos lábios manteve a inocência. Não há homem ou mulher que por acaso não se tenha olhado ao espelho e se surpreendido consigo próprio. Por uma fração de segundo a gente se vê como a um objeto a ser olhado. A isto se chama talvez de narcisismo, mas eu chamaria de alegria de ser. Alegria de encontrar na figura exterior os ecos da figura interna: ah, então é verdade que eu não me imaginei, eu existo ".
(Clarice Lispector - A descoberta do mundo)

domingo, 30 de março de 2008

Há tempos que não escreve, eu sei ... [já me cobraram..rs] falta-me oportunidade, ou vontade, quem sabe talvez o principal: assunto. Pois bem, são duas da madruga e me deu vontade de passar por aqui. Tive um findi LINDOOOO em SP e preciso descreve-lo, mas não agora, preciso deitar pois acordo as 5h para trabalhar. SodaNNN. Fiquei feliz pois na sexta feira fui apaixonantemente chamada de "Menina doce que fala de Lispector" . Nem me acho doce, porem, fiquei feliz com as palavras. Para findar o post, a minha querida Lis [é isso meRRmo, já somos intimas! kkk .. não sei de onde o humor, amnhã é segunda! ¬¬' ] >>>> Civilizar minha vida é expulsar-me de mim. Ci­vilizar minha existência a mais profunda seria tentar expulsar a minha natureza e a supernatureza. Tudo isso no entanto não fala de meu possível significado. O que me mata é o cotidiano. Eu queria só ex­ceções. CL

sexta-feira, 21 de março de 2008

quinta-feira, 13 de março de 2008

Mas artista é artista!

Nós temos a mania de jogar fora tudo aquilo que não podemos aproveitar, ou que achamos que nunca será reaproveitado por ninguém. No caso abaixo, os artistas utilizaram pneus de viaturas para fazer lindas obras de arte, digo lindas porque realmente ficaram bonitas, caso contrário eu nem postava aqui.

Tudo bem que o cara tem que ter um belo tempo livre para conseguir construir tudo isso, mas artista é artista, quando não tem tempo ele acha um, ou larga o trabalho pela arte, é mais ou menos como blogueiro ;)
Metade de mim é amor, e a outra metade também.

Não sou madura bastante ainda ...

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.

domingo, 9 de março de 2008

sábado, 8 de março de 2008

"Eu te amo tanto como se sempre esti­vesse te dizendo adeus. Quando estou só demais, uso guisos ao redor dos tornozelos e dos pulsos. Então quase cada um de meus pensamentos se externam e voltam para mim como respostas. Minha mais tênue energia faz com que eles logo vibrem estremecendo em luz e som. Eu tenho que ser minha amiga, senão não agüento a solidão. Quando estou sozinha procuro não pensar porque tenho medo de de repente pensar uma coisa nova demais para mim mesma.

Você de repente não estranha de ser você?

"Vivo tão atribulada que não aperfeiçoei mais o que inventei em matéria de pintura. Ou pelo menos nunca ouvi falar desse modo de pintar: consiste em pegar uma tela de madeira — pinho de riga é a me­lhor — e prestar atenção às suas nervuras. De súbito, então vem do subconsciente uma onda de criatividade e a gente se joga nas nervuras acompanhando-as um pouco — mas mantendo a liberdade. Fiz um quadro que saiu assim: um vigoroso cavalo com longa e vasta cabeleira loura no meio de estalactites de uma gruta. É um modo genérico de pintar. E, inclusive, não se precisa saber pintar: qualquer pessoa, contanto que não seja inibida demais, pode seguir essa técnica de liberdade. E todos os mortais têm subconsciente. Ah, meu Deus, tenho esperança adiada. O futuro é um pas­sado que ainda não se realizou. Você de repente não estranha de ser você? Eu não sou uma sonhadora. Só devaneio para alcançar a realidade."
. "Atrás do pensamento atinjo um estado.Recuso-me a dividi-lo em palavras - e o que não posso e não quero exprimir fica sendo o mais secreto dos meus segredos." "Há pessoas que nos falam e nem as escutamos, há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossas vidas e nos marcam para sempre." [Cecília Meireles] "Estou entrando sorrateiramente em contato com uma realidade nova para mim e que ainda não tem pensamentos correspondentes,e muito menos ainda uma palavra que a signifique". CL - Água Viva Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando. Clarice Lispector (A descoberta do mundo) .
Vai chover de novo Deu na TV Que o povo já se cansou De tanto o céu desabar E pede a um santo daqui Que reza a ajuda de Deus Mas nada pode fazer Se a chuva quer é trazer você pra mim Vem cá, que tá me dando uma vontade de chorar Não faz assim Não vá pra lá Meu coração vai se entregar À tempestade... Quem é você pra me chamar aqui Se nada aconteceu? Me diz? Foi só amor? Ou medo de ficar Sozinho outra vez? Cadê aquela outra mulher? Você me parecia tão bem... A chuva já passou por aqui Eu mesma que cuidei de secar Quem foi que te ensinou a rezar? Que santo vai brigar por você? Que povo aprova o que você fez? Devolve aquela minha TV Que eu vou de vez Não há porque chorar Por um amor que já morreu Deixa pra lá Eu vou, adeus Meu coração já se cansou de falsidade...
Esta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo.

Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.

Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.

Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.

Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Maltratar não é direito

Moço! Maltratar não é direito Essa mágoa no meu peito Você sabe de onde vem Isso é desamor E não tem jeito Um amor quando desfeito Sempre faz alguém chorar Eu chorei saudade Tá doendo E lá vem você querendo Outra vez me maltratar... Um amor só é bom Quando é prá dois Eterno é antes e depois Agora não vou mais me enganar Não quero mais sofrer, não dá Se o teu desejo era me ver Se deu vontade de saber Se tô feliz Até posso dizer que sim O teu reinado acabou Chegou ao fim Eu não nasci prá você Nem você prá mim... Lalalaiá Lalalaiá... Lalalaiá Lalalaiá... Lalalaiá Lalalaiá... Lalalaiá Lalalaiá...
Surgiu como um clarão, Um raio me cortando a escuridão E veio me puxando pela mão, Por onde não imaginei seguir Me fez sentir tão bem, como ninguém, E eu fui me enganando sem sentir E fui abrindo portas sem sair, Sonhando às cegas, sem dormir Não sei quem é você O amor em seu carvão, Foi me queimando em brasa num colchão E me partiu em tantas pelo chão, Me colocou diante de um leão O amor me consumiu, depois sumiu ... E eu até perguntei, mas ninguém viu ... E fui fechando o rosto sem sentir, E mesmo atenta, sem me distrair Não sei quem é você No espelho da ilusão, Se retocou pra outra traição Tentou abrir as flores do perdão, Mas bati minha raiva no portão E não mais me procure sem razão, Me deixa aqui e solta a minha mão Eu fui fechando o tempo, sem chover, Fui fechando os meus olhos, pra esquecer ... Quem é você? Quem é você? Quem é você? Você...
Pode chegar Que a festa vai É começar agora E é prá chegar quem quiser Deixe a tristeza prá lá E traga o seu coração Sua presença de irmão Nós precisamos De você nesse cordão... Pode chegar Que a casa é grande E é toda nossa Vamos limpar o salão Para um desfile melhor Vamos cuidar da harmonia Da nossa evolução Da unidade vai nascer A nova idade Da unidade vai nascer A novidade... E é prá chegar Sabendo que a gente tem O sol na mão E o brilho das pessoas É bem maior Irá iluminar nossas manhãs Vamos levar o samba com união No pique de uma escola campeã... Não vamos deixar Ninguém atrapalhar A nossa passagem Não vamos deixar ninguém Chegar com sacanagem Vambora que a hora é essa E vamos ganhar Não vamos deixar Uns e outros melar... Oô eô eá! E a festa vai apenas Começar Oô eô eá! Não vamos deixar Ninguém dispensar
- Como é lindo!! Parece até que não tem cera!! "Sine-cera" queria dizer "sem cera" uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes. E da antiga cerâmica romana, o vocábulo passou a ter um significado muito mais elevado. Sincero, é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.O sincero, a semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras, os nobres sentimentos de seu coração.