segunda-feira, 21 de abril de 2008
[maniaaaaaa] [PARADA DE 5 HORAS .. fui pra baladaNN ... fiii .. MENTIRA .. rs ... Saí pra festa do interioRR, ExpoOO =D ] Continuando, se é que lembro aquele monte de coisa que tinha pensado em digitar! . Não, lembrar não vou, mas achei este texto aqui: "Estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não saber como viver, vivi uma outra? A isso quereria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para a organização anterior. A isso prefiro chamar desorganização pois não quero me confirmar no que vivi - na confirmação de mim eu perderia o mundo como eu o tinha, e sei que não tenho capacidade para outro". Paixão Segundo G.H. [ . . . ]
Pensando .... Hoje, que é a minha ante-folga não estou com sono. Como pode!? Todos os dias, neste mesmo horário, fico caindo da cadeira, toda torta, digitando devagar por saber que as 5h da manhã terei que levantar, e hoje? cadê o sono!? Totalmente psicológico este tipo de coisa.
O ser humano é louco. FATO. Hoje, que poderia dormir mais, estou aqui, no mesmo horário de sempre, digitando sem sono algum. GRRRRR. [ . . . ] Quero falar de muitas coisas, mas não sei se consigo, um assunto puxa outro e sempre esqueço do que realmente is dizer e apenas enrolo. Ah! Emails também não trazem noticias boas apenas, acabei de ler o meu resultado da prova faculdade .
DO -RO - GANNNN. Fui mal pra cassete, nem quero pensar. SODANN. [ . . . ] Mesmo tendo muito trabalho pra fazer, coisas pra estudar, quarto pra arrumar e pessoas pra conversar, fiz outra escolha, a errada claro! Fiquei neste computador o dia todo, esperando mensagens, atualizando orkut [ não largo disso MEELDEELS] ansiosa por telefonemas, estas coisas que uma menina da minha idade deveria estar ciente que não leva a lugar algum, mas enfim, meu dia não rendeu. [ . . . ] Reparei que trouxe o meu vicio de emotion até por blog, rs, se bem que meu blog não é lá aquelas coisas, preciso aprender me expressar melhor, mas enfim, nem tem muita gente que lê, e quem lê deve entender ...rs
[ . . . ] Ah! Como ia dizendo, passei a tarde no computador e acabei vendo uns vídeos interessantes, dentre ele O Pequeno Principe. CARAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, amo este livro! Lembro da primeira vez que o 'ouvi' [sim, tenho audio-books, é mais facil! rs] me apaixonei e trouxe tanta mensagem boa, que só relendo pra saber. Releio sempre, re-ouço sempre. Me veio a mente o episódio da Raposa. Tudo tão perfeito, e simples, e real. Hmmmmm, preciso ver novamente pra gravar. Aconselho: LEIA E RELEIA. [ . . . ] caraestetextoestamecansando! Vou pra cama, amanhã continuo ...mas claro, deixando mais CL > [LONGO, mas LEIA. ] Olhe para todos ao seu redor e veja o que temos feito de nós e a isso considerado vitória nossa de cada dia. Não temos amado, acima de todas as coisas. Não temos aceito o que não se entende porque não queremos passar por tolos. Temos amontoado coisas e seguranças por não nos termos um ao outro. Não temos nenhuma alegria que não tenha sido catalogada. Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas. Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos.
Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo. Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda. Temos procurado nos salvar mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes. Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer a sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios. Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar a nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa. Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada. Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado uma gaffe.
Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses. Não temos sido puros e ingênuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer «pelo menos não fui tolo» e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz. Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos. Temos chamado de fraqueza a nossa candura. Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo. E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia. Boa Noite! \o/Meus pés sempre adormecem antes de mim.
Humpf!
sábado, 19 de abril de 2008
Estou feliz hoje. Não fiz nada de diferente ainda, sairei apenas de noite [ Show!! \o/] mas acabei de receber de uma mensagem de força. De alguem que nunca me viu, nunca me ouviu, mas que acredita em mim, e isso é tão valido, tão louvável. De um caráter extremo. ME deixou bem. [...] É isso mesmo Aline, não desanime, lembre-se da palavra de Jesus "No mundo tereis aflições, tende bom ânimo, EU venci o mundo!" Nós não precisamos mais nos afligir, a nossa vitória já foi conquistada na Cruz do Calvário. Jesus já se sacrificou por nós. Agora, o que nos cabe fazer é colocarmos a nossa vida diante do Seu altar, não é mesmo? E seguirmos em frente com coragem, agindo com responsabilidade, sermos exemplos neste mundo. Abraços. Thelmy [...] E não pense você que é uma dessas mensagens prontas, a ante-conversa disso também foi linda! Ai ai [suspiros] ... e há quem acredita em milagres ...
sexta-feira, 18 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Ahhhh! Dia meio chato hoje.
Porque resolvo sempre escrever em dias chatos!? Sempre que meus dias são bons eu acabo tendo MIL coisas pra contar e prefiro ficar fazendo outras coisas MENOS tentar registrar o que realmente foi bom. Feio isso. Registrar o que é bom deve ser mais significante. ENFIM. Comecei este enorme texto não era nem noite ainda, mas resolvi entrar no msn [sabe né dois dias sem net pode matar! Rs] e encontrei tanta gente LINDA que consegui aliviar e nem preciso mais escrever. Ainda bem que conversar faz bem! ;) E como sempre li CL hoje e eis umas frases para o dia:
"Perco a identidade do mundo em mim e existo sem garantias. Realizo o realizável mas o irrealizável eu vivo e o significado de mim e do mundo e de ti não é evidente. É fantástico, e lido comigo nesses momentos com imensa delicadeza."
"Aceitar-me plenamente? É uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: meu coração está espantado. É por isso que toda minha palavra tem um coração onde circula sangue."
"Estou com saudade de mim. Ando um pouco recolhida, escrevo
depressa, vivo depressa. Onde está eu?Preciso fazer um retiro
espiritual e encontrar-me enfim, mas que medo - de mim mesma."
segunda-feira, 7 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Mas artista é artista!
Nós temos a mania de jogar fora tudo aquilo que não podemos aproveitar, ou que achamos que nunca será reaproveitado por ninguém. No caso abaixo, os artistas utilizaram pneus de viaturas para fazer lindas obras de arte, digo lindas porque realmente ficaram bonitas, caso contrário eu nem postava aqui.
Não sou madura bastante ainda ...
domingo, 9 de março de 2008
sábado, 8 de março de 2008
Você de repente não estranha de ser você?
Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope.
Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança da língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida.
Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega.
Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queria não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Maltratar não é direito










